Gonçalo Sena
Lisboa, Portugal, 1984. Actualmente vive e trabalha em Berlim, Alemanha.

Tendo o desenho como ponto de partida, a prática artística de Gonçalo Sena desenvolve-se sobretudo através de processos escultóricos e espaciais. Numa relação próxima e poética entre a identidade táctil e as qualidades visuais dos materiais, o seu trabalho aborda tópicos que combinam industrial e natural através de narrativas escultóricas fragmentadas, referências auto-biográficas, e relações entre estruturas de linguagem e de percepção espacial. As obras recentes de Sena consistem em diálogos entre estruturas híbridas não-funcionais produzidas em cimento, resina, objectos do quotidiano e materiais orgânicos. Cada momento expositivo é explorado como se se tratasse de uma publicação temporária site specific, onde Sena explora o processo de produção e montagem de forma exaustiva em resposta ao ambiente arquitectónico.

Exposições Individuais (selecção)
2018
Praia Falha, Galeria Quadrado Azul, Porto, Portugal.
Porous Structures, Porcino Gallery, ChertLüdde, Berlim, Alemanha.
2017
Lo-Fi Strata, Kunstraum Botschaft, Berlim, Alemanha.
Walls and Torsos, Quadrado Azul, Lisboa, Portugal.
2015
drawn onward, die raum, Berlim, Alemanha.
Colourless green ideas sleep furiously, Syntax, Lisboa.
Geometrias Subterrâneas, Galeria Heinrich Ehrhardt, Madrid, Espanha.
2014
Corso Aperto, Villa del Grumello – Fondazione Ratti, Como, Itália (cur. Simone Menegoi).
Movements towards inertia, Krome Gallery, Berlim, Alemanha.
Obsoleto e Simétrico, Uma Certa Falta de Coerência, Porto, Portugal.
2013
Exposure, Modules Palais de Tokyo – Galeries Lafayette, Paris, França (cur. Daria de Beauvais).
2012
Distant Smoke, Baginski Galeria/Projectos, Lisboa, Portugal.
Túmulo Desenho, 102–100 Galeria de Arte, Castelo Branco, Portugal.
2011
Due linee in un lago + Colonna in Silenzio, Galleria Enrico Fornello, Milão, Itália.
Exposições Colectivas (selecção)
2019
Achados, Galeria Quadrado Azul, Lisboa, Portugal.
No habrá nunca una puerta. Estás adentro., Sala de Arte Santander, Boadilla del Monte, Madrid, Espanha.
2018
Grid Systems / Rastersysteme, (com Dominique Hurth), Broken Dimanche Press, Berlim, Alemanha.
WELT (Apophenia), Gr_und, Berlim, Alemanha.
Low Strength Structures (with Jellyfish), , Galería Heinrich Ehrhardt na Arco Madrid, Madrid, Espanha.
Asthenia No.6, Hot Wheels Projects, Atenas, Grécia.
2017
QA XXX (P3), Quadrado Azul, Lisboa, Portugal.
6 of cups / Pleasure, La Pétanque, Paris, França.
2016
QAXXX (P1), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto, Portugal.
Segunda Natureza, MAAT, Lisboa, Portugal.
Sala dos Gessos, Museu da Electricidade, Lisboa, Portugal.
Rinoceronte-Ananás, Galeria Múrias Centeno, Porto, Portugal.
2015
Canal Caveira, Galeria do Torreão Nascente, Cordoaria Nacioanal, Lisboa, Portugal.
Cidra, Da Luz, Escoval, Manso, Mendes, Romão, Sena, Ar Sólido, Lisboa, Portugal.
Berlin Art Prize, District, Berlim, Alemanha.
2014
Sem título, Artissima com Krome Gallery, Turim, Itália.
2013
[szkmr], Galerie Kamm, Berlim, Alemanha (ATLAS Projectos).
Cinq Saynetes Pour Deux, Glassbox, Paris, França (cur. Deratisme).
Thermodynamic Twilight, Galeria Monumental, Lisboa, Portugal (org. Judith Sönnicken e Marius Schmidt) (cat.).
La Méthode Jacobson – Nouvelles Vagues, Palais de Tokyo, Paris, França (cur. Marc Bembekoff) (cat.).
Past Future, V Biennale d'Anglet – Villa Beatrix Enea, Anglet, FR (cur. Cécile Bourne-Farrel) (cat.).
2012
Gótico, Parkour, Lisboa, Portugal.
The Exact Weight Of Lightness, Travessía Cuatro, Madrid, Espanha (cur. Luiza Teixeira de Freitas e Thom O'Nions).
2011
BYTS – Bosh Young Talents Show 2011, Stedelijk Museum, 's-Hertogenbosch, Holanda (cat.).
Como proteger-se do tigre, XVI Bienal de Cerveira, Portugal (cur. João Mourão e Luis Silva) (cat.).
2010
Display: Objects, Buildings and Space, Palácio Quintela, Lisboa, Portugal.
GoodTripBadTrip.reloaded, Dutch Art Institute, Enschede, Holanda (cur. Mark Kremer).
2009
On The Razor's Edge, Galería Heinrich Ehrhardt, Madrid, Espanha (cur. Pablo Floréz).
JENSEITS, Enblanco Kunstraum, Berlim, Alemanha.
Prémio EDP Novos Artistas 2009, Museu da Electricidade, Lisboa, Portugal (cat.).
Chloe Brooks and Gonçalo Sena, The Mews, Londres, Reino Unido (com Chloe Brooks).
2008
Tracção, Arte Contempo, Lisboa, Portugal.
Finisterra, Centro Cultural São Lourenço, Almancil, Portugal (cur. Maria do Mar Fazenda) (cat.).
A river ain't too much to love, Spike Island, Bristol, Reino Unido.
Desenho – Projectos Editoriais, Fundação Carmona e Costa, Lisboa, Portugal (ATLAS Projectos).
Eurásia, Museu Dr. Anastácio Gonçalves, Lisboa, Portugal (cat.).
Ocorrência, Bagisnki Galeria/Projectos, Lisboa, Portugal.
I used to be indecisive... now I'm not sure, Galeria Alecrim50, Lisboa, Portugal (com Diogo Evangelista).
2007
Anteciparte Millenium BCP 2007, de História Natural, Lisboa, Portugal (cat.).
Antes que a Produção Cesse, Avenida 211, Lisboa, Portugal (cat.).
2006
O Pavilhão de Augusta Narval, R. Alecrim 28b, Lisboa, Portugal.
A Derrota, Galeria Municipal Lagar de Azeite, Oeiras, Portugal (com André Romão).
Montanhas e Escamas, 2016. resina epoxy e cimento. 180 x 112 x 45 cm 
Montanhas e Escamas, 2016. cimento e resina epoxy. 180 x 112 x 45 cm 
Praia-Falha, 2017. cimento branco e bronze. 21 x 35 x 175 cm. ©Bruno Lopes 
Sem título, 2015. cimento, pigmento, tinta-da-china e mochila. 25 x 37 x 65 cm. ©Bruno Lopes 
Sem título, 2015. cimento, ferro, tinta-da-china, corda, saco de plástico com água, janela aberta. 130 x 25 x 15 cm. ©Bruno Lopes 
Sem título, 2015. cimento, borracha, conchas e tinta-da-china. 39 x 34 x 19 cm. ©Bruno Lopes 
Coluna-colmeia, 2015. Impressão digital colada sobre betão armado e plexiglass. 230 x 110 x 90 cm. ©Bruno Lopes 
Coluna-colmeia, vista da exposição Canal Caveira na Cordoaria Nacional, Lisboa, 2015. ©Bruno Lopes 
We are all fuckin' workers, vista da exposição Canal Caveira na Cordoaria Nacional, Lisboa, 2015. cimento e ténis; cimento, pigmento, acetato, spray e vidro; tinta de esmalte sobre ferro e cabos de aço. dimensões variáveis. ©Bruno Lopes 
We are all fuckin' workers, (detalhe), 2015. ©Bruno Lopes 
We are all fuckin' workers, detalhe, 2015. ©Bruno Lopes 
vista da exposição Geometrias Subterrâneas na Galería Heinrich Ehrhardt, Madrid, 2015 
vista da exposição Movements towards inertia na Krome Gallery, Berlim, 2014 
vista da exposição Movements towards inertia na Krome Gallery, Berlim, 2014. ©Jan Windszus 
Eyes and landscape almost dry, 2014. betão armado, pigmento, corda, plexiglass e impressão a jacto de tinta sobre papel colado na parede. 250 x 125 x 50 cm. ©Jan Windszus 
Burnt Sienna, 2014. cimento, saco de plástico, sal, aguarela, água, cadeira de plástico. 84 x 46 x 42 cm. ©Jan Windszus 
Burnt Sienna, detalhe, 2014. ©Jan Windszus 
Moth, 2013. cimento, pigmento, fotocópia sobre acetato, arame e alfarroba. 1 x 18 x 16 cm 
Sem título, 2012-13. cimento, ferro, vidro, meloa e tinta-da-china. 4 x 19 x 740 cm. ©Marius Schmidt 
Sem título, vista da exposição Thermodynamic Twillight na Galeria Monumental, Lisboa, 2013, 2012-13. ©Marius Schmidt 
vista da exposição Distant Smoke na Galeria Baginski, Lisboa, 2012. ©Bruno Lopes 
vista da exposição Distant Smoke na Galeria Baginski, Lisboa, 2012. ©Bruno Lopes 
Olhos Vermelhos, detail, 2012. ©Bruno Lopes 
Colonna Parette, 2011. betão armado e plexiglass. 230 x 300 x 75 cm 
Colonna in Silenzio, 2011. betão armado e cobertor dobrado. 230 x 50 x 40 cm 
vista da exposição Prémio EDP Novos Artistas 2009, Museu da Electricidade, Lisboa, 2009 
Sem título, 2008. ferro e ténis Adidas. 18 x 38 x 200 cm 
Sem título, 2015. tinta-da-china, acrílico e caneta sobre acetato, moldura de alumínio e cartão. 33,5 × 24 × 2 cm. ©Bruno Lopes 
Sem título, 2015. tinta-da-china, acrílico e caneta sobre acetato, moldura de alumínio e cartão. 49,5 × 34 × 2 cm. ©Bruno Lopes 
Sem título, 2017. cimento, acrílico e spray sobre acetato. 34 x 24 cm. ©Bruno Lopes 
Sem título, 2017. cimento, fita adesiva, caneta, grafite, acrílico e spray sobre acetato. 34 x 24 cm. ©Bruno Lopes 
Sem título, 2017. cimento, fita adesiva, caneta, grafite, acrílico e spray sobre acetato. 45 × 32 cm. ©Bruno Lopes